São Paulo é o mercado mais maduro e mais competitivo do país em software corporativo, e isso muda o tipo de demanda. Empresas paulistas raramente chegam pedindo o primeiro sistema, chegam com um parque instalado de ferramentas, ERP, CRM, plataforma de e-commerce, planilha de diretoria, e o problema real mora no espaço entre elas.
O custo do trabalho manual também pesa mais aqui. Uma rotina que consome duas horas por dia de alguém custa, em São Paulo, o suficiente para pagar a automação que a elimina em poucos meses. É o mercado onde a conta de retorno de automação fecha mais rápido, e onde o cliente costuma já ter essa conta na ponta do lápis.
O outro traço é a exigência de prazo. Quem contrata software em São Paulo já foi queimado por projeto que atrasou e escopo que inchou. Por isso trabalhamos com escopo fechado e entrega em partes utilizáveis, para que o valor apareça antes do fim do projeto e não só na entrega final.